Caso de uso · 2 min
PDSA pós-pronto atendimento: um exemplo completo
Como um projeto de melhoria vive dentro do Lifecode, do aim statement ao run chart. Reduzir o retorno ao pronto atendimento em sete dias nos idosos de alto risco.
O Model for Improvement do IHI faz três perguntas: o que estamos tentando realizar, como saberemos que uma mudança é melhoria, que mudança podemos fazer que resultará em melhoria. No Lifecode, cada projeto de melhoria é um objeto nativo, ligado à população, à métrica e às mudanças testadas.
| Campo | Exemplo |
|---|---|
| Aim | Reduzir retorno ao pronto atendimento em 7 dias em idosos de alto risco em X% até a data Y |
| Change idea | Contato de enfermagem em até 48 horas, reconciliação medicamentosa e agenda protegida |
| Desfecho | Retorno ao pronto atendimento em 7 dias |
| Processo | % contatado em até 48 horas; % com consulta quando indicada |
| Balanceamento | Tempo de enfermagem; encaminhamentos desnecessários |
| Plan | Testar em 10 pacientes de alto risco |
| Do | Executar e registrar exceções |
| Study | Run chart, causas de falha, feedback da equipe |
| Act | Adaptar roteiro e critério; ampliar gradualmente |
Por que isso importa para a operadora
- O piloto tem meta explícita, baseline e série temporal desde o primeiro dia.
- Processo e balanceamento são medidos junto com o desfecho, o que impede ganhos ilusórios.
- A mudança bem-sucedida atualiza a linha de cuidado, com versão e data. O aprendizado não se perde quando a equipe muda.
- Run charts são o padrão; control charts entram quando há volume e estabilidade suficientes.