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Caso de uso · 2 min

Linha de cuidado DRC como motor executável

O que uma linha de cuidado precisa ter para gerar trabalho, e não só recomendação. Doença renal crônica como exemplo completo, do dado detectado ao aprendizado.

Clínicas e profissionaisOperadoras e autogestões

No Lifecode, uma linha de cuidado não é um protocolo estático. É um objeto computável. Para existir, ela precisa de dez elementos obrigatórios.

Elemento Exemplo na DRC
Elegibilidade Diagnóstico, idade, estágio G, albuminúria A
Estratificação Risco de progressão, velocidade de queda da TFG, fragilidade, objetivos do paciente
Atividade Creatinina/TFG, UACR, pressão, revisão de nefroproteção, avaliação nutricional
Periodicidade Janela ideal e tolerância por estágio
Responsável Enfermagem, médico de referência, nutrição
Gatilho Queda de TFG, UACR ausente, potássio alterado, pressão não controlada
Escalonamento Nefrologia, terapia renal substitutiva, acesso, cuidado conservador
Desfecho Progressão, hospitalização, eventos, sintomas, função
Medida de balanceamento Carga assistencial, excesso de exames, custo
Saída Resolução, mudança de risco, óbito, transferência

Um paciente, um ciclo completo

Etapa O que acontece Saída estruturada
Detectar TFG caiu; UACR ausente; pressão não controlada Evento e alerta
Interpretar Risco renal e cardiovascular aumentou Prioridade com justificativa
Planejar Solicitar UACR; revisar nefroproteção; marcar retorno Plano de cuidado
Distribuir Enfermagem contata; médico revisa; nutrição avalia Tarefas, responsáveis e SLA
Executar Contato, exame, consulta, prescrição Registro de execução
Medir UACR realizada; pressão controlada; TFG estabilizada Processo e desfecho
Aprender A intervenção funcionou? Onde houve atraso? PDSA e melhoria da linha

Domínios cobertos pela linha

  • Monitorização renal: creatinina/TFG, UACR, tendência e velocidade de queda.
  • Risco cardiovascular e metabólico: pressão, diabetes, lipídios, tabagismo, peso.
  • Complicações: potássio, bicarbonato, hemoglobina, ferro, cálcio, fósforo e PTH conforme o estágio.
  • Nefroproteção: RAASi, SGLT2i e demais terapias conforme elegibilidade e tolerância.
  • Nutrição, vacinação e encaminhamento conforme risco.
  • Cuidado conservador e paliativo: prognóstico, fragilidade, o que importa para a pessoa e decisão compartilhada.

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