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Roadmap por capacidades, não por features
As sete capacidades que uma plataforma de cuidado longitudinal precisa desenvolver, em ordem, e a regra que decide o que um requisito enterprise precisa cumprir para entrar no núcleo.
Uma plataforma que promete tudo para todos entrega pouco para cada um. O Lifecode evolui por capacidades, e a ordem real é subordinada ao que está limitando o valor para o cliente em cada momento.
| Fase | Capacidade |
|---|---|
| 1. Fundamento | Cadastro, população, tarefas, linhas, eventos, instrumentação |
| 2. Execução | Fila, SLA, navegação, fechamento de loop |
| 3. Inteligência | Copilotos, regras, alertas, resumo longitudinal |
| 4. Governança | Brain, drill-down, indicadores e listas nominais |
| 5. Valor | Saúde baseada em valor (VBHC), desfechos, experiência, custo e utilização |
| 6. Aprendizado | PDSA nativo, run charts, versionamento, biblioteca de mudanças |
| 7. Escala | APIs, SSO, auditoria, multi-tenant, governança enterprise |
A regra para requisitos enterprise
Grandes clientes trazem requisitos legítimos e específicos. Separamos o que é generalizável do que é customização. Um requisito enterprise entra no núcleo do produto quando cumpre pelo menos um de quatro critérios:
- Atende a uma necessidade prioritária dos clientes.
- É reutilizável por outros clientes.
- Não compromete a simplicidade do produto para clínicas menores.
- É obrigatório para segurança ou compliance.
O que não cumpre nenhum critério vira integração, configuração ou serviço, não feature. Isso protege o cliente enterprise de pagar por um produto que só funciona para ele, e protege os demais de um produto que ficou complexo demais.