Guia · 2 min
O que uma rede deve exigir de uma plataforma de coordenação do cuidado
Oito telas, cada uma respondendo a uma pergunta de um usuário. Um critério simples para avaliar qualquer fornecedor: qual decisão esta tela muda?
Uma funcionalidade que apenas exibe informação, sem melhorar decisão, execução, mensuração ou aprendizado, tem prioridade menor. Essa regra vale para o Lifecode e serve para avaliar qualquer plataforma. Para cada tela, pergunte: qual decisão clínica ou operacional esta tela muda? Se a resposta não for imediata e concreta, a tela não deveria existir.
| Tela | Usuário | Pergunta que responde |
|---|---|---|
| Meu dia | Médico e enfermagem | O que preciso fazer agora? |
| Paciente 360 | Equipe | O que aconteceu, o que importa e qual é o plano? |
| Linha de cuidado | Equipe | O que está previsto e o que está atrasado? |
| Copiloto | Por papel | O que preciso saber e decidir neste contexto? |
| Brain | Coordenação e gestão | Minha população está em dia? |
| Valor | Gestão e cliente | Estamos produzindo valor? |
| Melhoria | Qualidade e time | A mudança está melhorando o sistema? |
| Governança | Diretoria | Qualidade, risco, custo, utilização e variação |
Dez critérios de sucesso
- O profissional sabe o que precisa fazer sem procurar em múltiplas telas.
- O coordenador sabe, pela manhã, se a linha de cuidado está em dia.
- O gestor sai de um indicador para a lista nominal em poucos cliques.
- O paciente tem objetivos e preferências visíveis e incorporados ao plano.
- As linhas de cuidado produzem tarefas executáveis, não apenas recomendações.
- Todo alerta relevante possui responsável, prazo e resolução.
- Desfechos são medidos junto a processos e balanceamento.
- Mudanças são testadas e aprendidas por PDSA, com dados ao longo do tempo.
- A IA reduz carga cognitiva e operacional sem obscurecer responsabilidade humana.
- O sistema demonstra valor clínico, experiência e eficiência para diferentes segmentos.