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Nota técnica · 2 min

Governança de IA e segurança clínica: oito princípios

O que uma rede de saúde deve exigir de qualquer IA clínica, e como o Lifecode implementa cada princípio no produto.

Redes e grupos de saúdeOperadoras e autogestões

O diferencial do Lifecode não é ter IA. É transformar conhecimento clínico em um sistema confiável de execução e aprendizado. Isso exige governança desde o desenho.

Princípio Implementação
Human-in-the-loop Condutas e decisões clínicas relevantes exigem validação profissional
Proveniência Origem e data de cada dado utilizado ficam visíveis
Auditabilidade Sugestão, decisão humana, alteração e execução são registradas
Separação Fato, inferência, recomendação e conteúdo gerado são distinguidos
Escalonamento Regras determinísticas para eventos críticos
Privacidade Acesso por papel, mínimo privilégio, logs e políticas alinhadas à LGPD
Avaliação Erro, override, desvio ao longo do tempo, segurança e utilidade são monitorados
Não automação indevida IA não substitui avaliação clínica em cenários de risco

Como um modelo entra em uso

Nenhum modelo passa direto para a operação. O caminho é: validação com discriminação, calibração, segurança e análise por subgrupos; modo sombra, em que o modelo roda sem interferir no cuidado e é comparado à decisão humana; modo assistido, em que a sugestão fica visível ao profissional com aceitação ou override registrados. Cada versão de modelo tem dataset, finalidade, performance, limites e possibilidade de rollback.

O caminho regulatório

Software com finalidade médica pode se enquadrar como Software as a Medical Device, sujeito à RDC 657/2022 da Anvisa. O CFM elabora diretrizes para desenvolvimento, auditoria e uso de IA na medicina. O Lifecode mapeia os usos pretendidos de cada funcionalidade desde já e projeta responsabilidade profissional, transparência e supervisão como requisitos, não como ajustes posteriores.

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