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Guia · 2 min

P0 a P3: uma linguagem de prioridade para a equipe inteira

Quatro níveis, regras clínicas explícitas e a possibilidade de override humano. Como a prioridade deixa de ser opinião e vira operação.

Clínicas e profissionaisOperadoras e autogestões

Toda equipe prioriza. A diferença é se a prioridade está na cabeça de cada um ou numa linguagem comum que a enfermagem, o médico e o gestor leem do mesmo jeito. No Lifecode, a prioridade combina gravidade, urgência, vulnerabilidade, atraso, probabilidade de benefício e capacidade real de intervenção.

Prioridade Interpretação Exemplo
P0 Risco imediato, ação síncrona Deterioração clínica grave, evento crítico
P1 Alta prioridade Mudança importante de função, exame crítico, pós-alta de alto risco
P2 Prioridade programada Pendência relevante de linha de cuidado
P3 Rotina e prevenção Ações preventivas dentro da janela

Três regras que fazem a linguagem funcionar

  • As regras são explícitas e versionadas. Quem define que um potássio acima de certo valor é P1 é um comitê clínico, e a regra tem data.
  • O profissional pode fazer override, e o override fica registrado com a justificativa. Isso protege o paciente e alimenta o aprendizado da regra.
  • Eventos críticos têm escalonamento determinístico. Em P0, não há sugestão de IA: há protocolo.

Como aparece no dia a dia

A fila do dia de cada profissional é ordenada por prioridade. Um limite de trabalho em andamento por pessoa só é ultrapassado quando um P0 ou P1 entra. O gestor vê o backlog por prioridade e por linha de cuidado, e consegue chegar à lista nominal de quem está atrasado.

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